A MAGIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Música em Ação


A Editora Ludo lança a Coleção "Música em Ação", das autoras Bernadete Zagonel e Silvia Luz, para o ensino da música aos alunos do 6o ao 9o ano, 
do ensino fundamental II.
Saiba mais: fale conosco



Conheça melhor uma de nossas autoras:


sábado, 17 de novembro de 2012

O prazer de ouvir música

         

          "A sensação prazerosa que sentimos ao ouvirmos música está associada diretamente com a liberação de dopamina no cérebro, o mesmo neurotransmissor relacionado ao prazer da alimentação, drogas ou dinheiro.
          Segundo uma pesquisa divulgada na revista científica Nature Neuroscience, a dopamina age em nosso corpo reforçando alguns dos nossos comportamentos mais importantes para que assim garantam a nossa sobrevivência, como a alimentação e o sexo, ou pode ainda desempenhar um papel na motivação (recompensa por um esforço ou risco, como em apostas ou uso de drogas), o que não se sabia, no entanto, era como a substância poderia estar envolvida no prazer abstrato, como ouvir música.
         Após os testes, os resultados indicaram que a dopamina é liberada antes mesmo do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio pico de prazer, ou seja, no auge emocional, na realidade tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões do cérebro, durante o auge do prazer é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes (como a cocaína), antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.
         Como o esperado, a quantidade de liberação de dopamina no cérebro do indivíduo varia conforme a intensidade da emoção e do prazer que a pessoa está sentindo, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra" (indiferente aos voluntários).
         O estudo ainda nos permite entender o porque da música ser tão explorada e de uma forma bastante eficiente por boa parte da indústria da publicidade e propaganda, ou até mesmo em filmes para induzir estados de humor, como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa e de expectativa".

Referência: http://minilua.com/efeitos-musica-nosso-cerebro/

Objetos do cotidiano como instrumentos musicais


Veja como aproveitar uma lata de molho de tomate ou de achocolatado, para transformar em reco-reco, tambor/tamborim e coco !! Explore os sons do cotidiano !!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Visita do Maestro Julio Medaglia

                               Maestro Medaglia, Silvia Luz, Douglas Franco e Reginaldo Domaredzky
                                                       Elton Luz e Maestro Medaglia


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Uso de Clavas em Sala de Aula

Clavas são instrumentos musicais, de percussão, compostos por dois pedaços de madeiras. Podem ser adquiridos em lojas de instrumentos musicais, ou podem ser construídos com cortes em um cabo de vassoura!
Vejam como trabalhar a percepção auditiva e a coordenação motora em sala de aula, com a utilização deste instrumento musical:



quarta-feira, 27 de junho de 2012

Improvisação / Jazz



       "As gravações mais antigas de jazz fáceis de encontrar são dos anos 20 e do começo dos anos 30. O trompetista e vocalista Louis Armstrong ("Pops", "Satchmo") foi de longe a figura mais importante desse período. Ele tocava com os grupos chamados Hot Five e Hot Seven; qualquer gravação que você puder encontrar desses grupos é recomendada. O estilo desses grupos, e de muitos outros desse período, geralmente é chamado de jazz de Nova Orleans ou Dixieland. Ele é caracterizado pela improvisação coletiva, em que todos os músicos tocam simultaneamente linhas melódicas improvisadas dentro da estrutura harmônica da música. Louis, como cantor, é tido como o inventor do scat, em que o vocalista usa sílabas sem sentido para cantarolar linhas melódicas improvisadas. Outros músicos notáveis do jazz de Nova Orleans ou Dixieland são o clarinetista Johnny Dodds, o saxofonista soprano Sidney Bechet, o trompetista King Oliver e o trombonista Kid Ory.
      A maior parte do jazz desde a era do bebop é baseada numa forma que é na verdade bem similar à forma sonata da teoria clássica: uma introdução opcional, a exposição ou tema (possivelmente repetido), a seção do desenvolvimento e a recapitulação, possivelmente seguida de uma coda. A introdução, se presente, dá o tom para a peça; a exposição é a melodia principal; a seção de desenvolvimento é onde o compositor estende as ideias da exposição; a recapitulação é uma reafirmação do tema; e a coda é um encerramento. Na linguagem do jazz, essas seções de uma peça seriam chamadas introdução, tema (possivelmente repetido), a seção de solo, arepetição do tema, e possivelmente uma coda ou encerramento. A introdução estabelece o clima; o tema é a melodia principal; a seção de solo é quando os solistas improvisam sobre a melodia e/ou a progressão de acordes da música; a repetição do tema é uma reafirmação da melodia; e a coda ou encerramento é uma conclusão".


Confira o vídeo que a Editora Ludo elaborou em homenagem ao Jazz: